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Nem todo 'furinho' na pele é celulite. Descubra como eliminá-los!

"Normalmente a mulher tem menos celulite do que imagina", afirma especialista em estética. Saiba mais a seguir!

Por Karina Costa

Foto: Thinkstock

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Você é daquelas mulheres que se desesperam ao se deparar com alguma região do corpo com “aspecto de casca de laranja”? Pois saiba que nem toda a ondulação, buraquinho e furinho na pele corresponde a tão temida celulite. A pele pode estar, na verdade, apenas com aspecto celulítico.

Quem afirma é Ludmila Bonelli, que é fisioterapeuta dermato-funcional e estética. "Esse aspecto celulítico pode ser relacionado a quatro diferentes alterações na pele que independe do tipo físico de qualquer pessoa: são elas flacidez muscular, de pele, lipedema e, por último, a celulite em si.

“As pessoas estão escolhendo os exercícios físicos errados e se decepcionando com os tratamentos estéticos por tratarem algo que estão vendo, em vez daquilo que de fato deve ser avaliado por um especialista. Aí não conseguem um resultado satisfatório e acreditam no mito de que celulite não tem cura", alerta a especialista.

Flacidez não é celulite

“Sabe quando você começa a praticar atividade física e percebe que a ‘celulite melhorou’? Pois é, você estava diante apenas de uma flacidez de músculo. Até porque a celulite não vai desaparecer de uma hora para outra porque a mulher fez academia”, reforça a especialista em estética. Já a flacidez de pele está relacionada com o colágeno que, quando perde a estrutura, deixa a pele 'caída'. “É como se a pele, seja no glúteo ou nas pernas, aparentasse estar solta e, então, 'despenca' e forma ondulações”, comenta Ludmila.

O lipedema também forma uma ondulação na pele causada por um edema [acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo]. E, finalmente, a fibrose é a celulite propriamente dita. “Ela se forma, normalmente, quando há um excesso de lipedema há muito tempo, pois a circulação começa a alterar e a pele fica mais endurecida”, destaca.

Com isso esclarecido, a especialista garante que, na prática, todas as mulheres têm menos celulite do que imaginam!

Então, bora anotar todas as dicas sobre como evitar e reverter os temidos 'furinhos' na pele?

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  • Flacidez muscular: como identificar - Foto: Thinkstock

  • Flacidez da pele: como identificar - Foto: Thinkstock

  • Lipedema: como identificar - Foto: Thinkstock

  • A fibrose é a celulite propriamente dita - Foto: Thinkstock

  • Flacidez muscular: causas - Foto: Thinkstock

  • Flacidez da pele: causas - Foto: Thinkstock

  • Lipedema: causas - Foto: Thinkstock

  • Celulite: causas - Foto: Thinkstock

  • Flacidez muscular: como reverter? - Foto: Thinkstock

  • Flacidez da pele: como reverter? - Foto: Thinkstock

  • Lipedema: como reverter? - Foto: Thinkstock

  • Celulite: como reverter? - Foto: Thinkstock

Flacidez muscular: como identificar


As marquinhas de celulite no bumbum costumam ser as inimigas da mulherada.

Mas, segundo Ludmila Bonelli, especialista em estética e dermatologia, nem sempre elas são o que parecem. Isso porque, o glúteo, por exemplo, é sustentado por cinco músculos e quando fica flácido, cai.

“Despenca e, então, ondula a pele. Ou seja, uma ondulação na pele pode simples e somente ser uma flacidez muscular, que não tem nada a ver com celulite. Essas ondulações podem aparecer também na parte traseira ou interna da coxa”, orienta.

Uma maneira simples de perceber se esse é seu caso é contrair o bumbum. “Se a pessoa não conseguir, não tiver força e então levar o quadril para frente no lugar de murchar o glúteo, isso já mostra a flacidez de músculo. Além disso, todas nós temos a chamada 'prega glútea' [aquela dobrinha do contorno do bumbum], que marca o formato redondinho. No bumbum flácido essa prega ou some ou fica retificada”, alerta a especialista.

Mais fácil ainda de identificar: sabe quando você começa a praticar atividade física e percebe que a “celulite melhorou”? Pois é, você está diante de uma flacidez de músculo.

"A celulite não vai desaparecer de uma hora para outra porque a mulher fez academia”, reforça Ludmila.

 

Flacidez da pele: como identificar


Já a flacidez de pele, explica Ludmila, está relacionada com o colágeno que, quando perde a estrutura, deixa a pele “bamba”, “solta”.

“Nesse caso, é como se a pele, seja no glúteo ou nas pernas, aparentasse estar solta e, então, despenca e forma ondulações. Ou seja, também tem o aspecto celulítico de tão mole que a pele está”, destaca.

Lipedema: como identificar


“Nesse caso, a mulher tem uma ondulação causada por um edema [acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo] produzido pelo aumento da célula de gordura, chamada lipedema [ou lipoedema]. Essa ondulação do lado de fora da pele, que é da gordura, não tem a ver com celulite”, orienta Ludmila.

A fibrose é a celulite propriamente dita


A fibrose é a celulite propriamente dita. “É a alteração da estrutura, ocorre um repuxamento da pele. Acontece quando se tem um excesso de lipedema há muito tempo, a circulação começa a alterar e a pele fica mais endurecida. Teremos nesse caso a fibrose, a celulite de verdade”, afirma Ludmila.

Flacidez muscular: causas


“A flacidez muscular em si é causada somente pela falta de atividade física, pelo sedentarismo”, comenta a especialista.

Flacidez da pele: causas


Sim, a flacidez tem a ver com a idade também, além da ausência de alimentação saudável e o excesso de sol, que acaba com a pele.

“Uma mulher de 50 anos pode malhar, ser magra e ter tratado celulite há muitos anos, mas na verdade tem flacidez de pele. Isso por conta dos efeitos da idade na pele, bem como por ter tomado sol a vida toda. Ginástica nenhuma vai melhorar, e tem muita mulher tratando celulite quando deveria focar no colágeno”, alerta a especialista.

Lipedema: causas


Segundo Ludmila Bonelli, o lipedema surge independentemente de idade.

“Tem a ver com sedentarismo, ser desregrada na alimentação. Depende ainda da postura que a pessoa fica o dia todo, durante a vida toda, o que pode diminuir a circulação daquela região”, orienta.

Celulite: causas


“Para a celulite acontecer, o edema tem que estar ali parado há muito tempo, e hoje é difícil de acontecer porque as pessoas não são mais completamente sedentárias. Nem que façam só caminhada, algum tipo de movimento, mas fazem. Porém, estar acima do peso não é o principal fator que leva à aparição da celulite, mas sim a genética, a inflamação dos tecidos e desequilíbrios hormonais”, reforça.

Ludmila reforça também que "num grupo de pessoas avaliadas com aspecto celulítico, a maioria delas não terá fibrose”.

Flacidez muscular: como reverter?


Pode ser tratada com ginástica, mas não com qualquer exercício. “Músculo precisa de carga, peso, então uma corrida nunca vai endurecer o bumbum. Isso só vai acontecer se você fizer musculação, ginástica localizada, aí sim consegue tonificar, deixar o músculo mais rígido, firme”, ensina.

A reversão também pode ser feita com a ajuda de aparelhos em clínicas de estética. “E se for feita uma orientação muito arrojada, associando um bom dermocosmético ou nutricosmético e mexer na alimentação, pode ser totalmente reversível, inclusive no caso da celulite mesmo”, afirma Ludmila.

Entre esses aparelhos, a especialista indica para o caso de flacidez muscular tratamentos com eletroestimulação, um aparelho que faz contração muscular. “Outra alternativa bacana para tonificação muscular é a chamada estimulação [ou corrente] russa”, indica.

Flacidez da pele: como reverter?


Ludmila explica que em algumas regiões do corpo é irreversível, lembrando, claro, dos efeitos do sol e do tempo na pele.

“Mas há tratamentos hoje em dia muito bons, como radiofrequência, que não há exatamente uma contraindicação, não corre risco de queimadura e consegue estimular um novo colágeno na pele. Há também dermocosméticos e nutricosméticos que trazem melhoras por serem específicos para recuperar o colágeno”, destaca a especialista.

Lipedema: como reverter?


“Como o lipedema está relacionado a um edema, um inchaço, indico fazer uma drenagem linfática, carboxiterapia ou uso de aparelhos com radiofrequência, capazes de diminuir um edema”, garante Ludmila.

Celulite: como reverter?


“Carboxiterapia e radiofrequência também são indicadas para esse caso. Além de recursos terapêuticos, vale ainda postar no trabalho manual, como massagem, para combater o 'endurecimento' dessa região da pele na qual está localizada a celulite há muito tempo já”, conclui Ludmila.

Karina Costa

Karina Costa

Tempo de Mulher (www.tempodemulher.com.br)


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