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Dermocosméticos, nutricosméticos e nutracêuticos: saiba a diferença entre eles!

Especialista explica ainda sobre os cosméticos denominados veganos, orgânicos e naturais. Confira!

Por Karina Costa

Foto: Thinkstock

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Você possivelmente já deve ter visto pelas prateleiras de farmácias e perfumarias uma enxurrada de novos produtos de beleza e saúde denominados como dermocosméticos, nutricosméticos, nutracêuticos e até as versões vegana, orgânica e natural, certo? Cada um deles realmente exerce uma função na pele e organismo e, fazer a escolha certa, determina o resultado do que se busca, segundo orientação de Ludmila Bonelli, fisioterapeuta dermato-funcional e estética.

“Enquanto o cosmético trata-se dos produtos indicados e utilizados para higienização, os dermocosméticos têm a finalidade de tratar e reverter disfunções estéticas, como estria, acne, mancha, ruga e até oleosidade”, lista.

O nutricosmético, detalha, serve para repor algo que pode ser perdido no decorrer da idade ou que seja preciso repor por não consumirmos na alimentação. “O colágeno de quem não ingere proteína animal, caso dos veganos, vai mudar a estrutura. Então essas pessoas necessitam dos nutricosméticos para repor pelo menos um pouco essa importante proteína e evitar algum problema de saúde ou questão estética que pode vir a aparecer em 10, 15 anos”, exemplifica.

Já o nutracêutico não prevê cuidados estéticos. "É uma suplementação que ajuda a repor alguma substância que até produzimos no organismo ou ingerimos pela comida, mas está em defasagem", orienta. Quer saber mais detalhes dos produtos escolhidos para melhorar sua saúde e estética?

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  • Os produtos que podem ser aplicados na pele - Foto: Thinkstock

  • Cosméticos são para embelezamento e higiene - Foto: Thinkstock

  • Dermocosméticos revertem disfunções estéticas como estrias, manchas e flacidez - Foto: Thinkstock

  • Dermocosmético é produto de uso orientado por especialistas - Foto: Thinkstock

  • Veganos devem ingerir nutricosméticos - Foto: Thinkstock

  • Nutricosméticos também dão ao organismo o que ele não é capaz de produzir - Foto: Thinkstock

  • Cosméticos vegano, orgânico e natural são novidades ainda em fase de teste e aprovação - Foto: Thinkstock

  • Nutracêutico não prevê cuidados estéticos - Foto: Thinkstock

Os produtos que podem ser aplicados na pele


Doutora Ludmila Bonelli comenta que, segundo a legislação, há 3 produtos que podem ser aplicados na pele: o medicamento, o cosmético e o dermocosmético.

O primeiro é indicado para problemas de saúde, para cuidar de patologias, das doenças em si. “Exemplificando, uma pomada para parar coceira ou diminuir a dor”.

Cosméticos são para embelezamento e higiene


Já os cosméticos estão relacionados ao embelezamento. “O cosmético é o xampu, o sabonete, esses produtos são indicados e utilizados para higienização, não necessariamente para tratamento”, explica.

Dermocosméticos revertem disfunções estéticas como estrias, manchas e flacidez


Terceiro da categoria, os dermocosméticos têm a finalidade de tratar e a capacidade de modificar a pele em vários casos. “Reverte disfunções estéticas, como estria, acne, mancha, ruga e até oleosidade”, lista. “Ou seja, modifica a pele que perdeu o poder de sua funcionalidade e se alterou. Flacidez e queda de cabelo também devem ser tratadas com dermocosméticos”, completa a especialista.

Dermocosmético é produto de uso orientado por especialistas


Ludmila explica que nem sempre é possível encontrar esses produtos em supermercados, perfumarias e farmácias. “São feitos com ativos de ponta e seu uso deve ser orientado por profissionais especializados”, reforça. “Há até uma variedade de produtos atualmente nas prateleiras, mas passa despercebido aos olhos de muita gente que compra pelo preço e não preza pela qualidade, ou mesmo sequer reconhece a diferença entre os produtos”, alerta.

Veganos devem ingerir nutricosméticos


Já o nutricosmético serve para repor algo que pode ser perdido no decorrer da idade ou que não é consumido na alimentação. “É um ativo em formato de cápsula capaz de potencializar e melhorar a estrutura da sua pele, entre outros benefícios”, comenta a especialista.

E exemplifica o caso dos veganos, que não consomem proteína animal. “Nossa pele, que é feita de colágeno, necessita dessa proteína para se nutrir. O colágeno de quem não a ingere vai mudar a estrutura, então os veganos necessitam dos nutricosméticos para repor pelo menos um pouco essa importante proteína”, reforça. “Essa suplementação é necessária também para os vegetarianos [que optam pelo consumo de alimentos de origem vegetal] e para quem faz dieta macrobiótica [alimentos naturais com pouco ou nenhum processamento]”.

Doutora Ludmila lembra que precisamos de colágeno para tudo, “não só para a pele, mas para os ossos, músculos, tendões. Em todas essas regiões o temos, e quem sustenta esse colágeno durante a vida é a proteína dos alimentos de origem animal. Essa proteína não está igualmente na castanha, como muitas pessoas dizem”, desmistifica. “Quem opta por alguma dieta específica deve saber a importância do nutricosmético para evitar problemas de saúde ou questão estética que podem vir a aparecer em 10, 15 anos”.

Nutricosméticos também dão ao organismo o que ele não é capaz de produzir


Os nutricosméticos também servem para dar ao organismo algo que ele não é capaz de produzir.

Não produzimos nenhum tipo de planta no nosso organismo, por exemplo. Temos que tomar chá ou cápsula de alguma planta para otimizar nossa saúde, nossa pele, já que estamos falando de beleza. Para isso, existe um fitoterápico considerado um nutricosmético, chamado Picnogenol, extraído do pinheiro [aquele tradicional do Natal]”, comenta. “Tem o poder de melhorar a estrutura do colágeno, diminuir a produção de melanina, clareando a pele modificada por alguma mancha ou queimadura”, detalha.

Cosméticos vegano, orgânico e natural são novidades ainda em fase de teste e aprovação


Segundo a doutora, os cosméticos denominados vegano, orgânico ou natural são feitos de ativos ou insumos menos agressivos ao ambiente, pele e organismo.

“O que quer dizer que, teoricamente, as matérias-primas são produtos biosustentáveis ou biodegradáveis, usa-se substâncias naturais para conter a agressão. Mas que pode acabar sem a concentração ideal para fazer o efeito esperado na pele”.

A especialista reforça que a eficácia ainda é incerta. “São 3 coisas diferentes [vegano, orgânico e natural], mas de princípios parecidos, e muito novos. Não há ainda tanto embasamento com pesquisas que comprove se funcionam e nem legislação completa que os liberem”, comenta. “E é difícil ser 100% natural, por exemplo, porque é preciso conservantes para manter esses produtos na prateleira, senão fica inviável. Então, sempre terá alguma química ou conservante, nem que seja um único”.

 

Nutracêutico não prevê cuidados estéticos


O nutracêutico não prevê cuidados estéticos. É uma suplementação que ajuda a repor algo produzido no organismo ou ingerido na alimentação, mas que está em defasagem.

“Não comemos peixe todo dia, por exemplo, mas precisamos dos ‘ômegas’ que vem deles, principalmente dos peixes de mar, para realizar vários processos metabólicos”, relata. “Então o nutracêutico de ômega 3 - o óleo de peixe dentro de uma cápsula – é capaz de dar conta disso”.

“Além disso, não comemos todos os dias bem e, apesar de os hábitos alimentares dos brasileiros mudarem aos poucos, come-se ainda qualquer coisa na rua. Daí a importância de repor substâncias para manter o organismo saudável com os nutracêuticos”.

Karina Costa

Karina Costa

Tempo de Mulher (www.tempodemulher.com.br)


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