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Açúcar detona colágeno e estimula aparecimento de estrias

Falta de hidratação na pele e exposição exagerada ao sol podem também causar essas marquinhas. Confira orientações!

Por Karina Costa

Foto: Thinkstock

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As estrias podem aparecer na pele da mulher por diferentes motivos, mas um alimento em especial acaba com a estrutura do colágeno feminino, estimulando o aparecimento das temidas marquinhas: o excesso de açúcar. A afirmação é de Ludmila Bonelli, fisioterapeuta dermato-funcional e estética, que o considera o maior vilão da pele. 

“Quanto mais se come açúcar, mais é feita a glicação do colágeno [processo que torna instável a proteína - caso do colágeno - e a faz quebrar]. Então o colágeno vai ficando tão duro que qualquer coisa que faz quebra, se rompe”, explica.

Segundo informa a especialista, há 4 tipos de estrias: a causada por ação mecânica, ou seja esticamento da pele por conta de uma gravidez, por exemplo; a estria por estirão, que é a passagem da infância para a adolescência, quando crescemos; a estria causada por excesso de medicação; e, uma última, denominada idiopática, uma espécie de ‘estria da atualidade’. “Toda a doença idiopática é aquela que não tem causa específica. É o caso de um tipo de estria que tem aparecido ultimamente nas pessoas. Pode acontecer em qualquer um, inclusive em jovens que praticam atividades físicas desde sempre, nunca tiveram doenças, nem foram obesos”, detalha.

Muitas pesquisas indicam que essas estrias [idiopáticas] estão ligadas a estrutura da pele, ou seja, aparecem em peles com colágeno pobre em proteínas. “A forma como as pessoas se alimentam atualmente, portanto, também é responsável por essas marcas no corpo. Por isso o açúcar é apontado como um dos vilões”, reforça.

A boa notícia é que a hidratação contínua da cútis, por exemplo, pode prevenir o surgimento de estrias. “Se estamos considerando que a estria aparece pela má estrutura do colágeno, quer dizer que qualquer cuidado básico com a pele faz a diferença para a prevenção e diminuição de seu aparecimento. “Poucas pessoas passam creme no corpo, não se cuidaram a vida inteira e só procuram tratamento quando a pele está bem ruim. Muitas vezes as estrias ou mesmo dermatites aparecem pela falta desse cuidado básico, que é dar à pele hidratação”, reforça.

Quer saber em detalhes como cuidar da pele com estrias e evitar que essas marquinhas apareçam? Clique nas imagens a seguir e veja as orientações da especialista!

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  • Há 4 tipos de estrias - Foto: Thinkstock

  • Estria por uso de medicação é a que mais prejudica o colágeno - Foto: Thinkstock

  • Estrias por estirão de crescimento são as mais difíceis de tratar - Foto: Thinkstock

  • Estria idiopática é a estria da atualidade - Foto: Thinkstock

  • Estrutura do colágeno depende dos cuidados durante a vida toda - Foto: Thinkstock

  • Hidratação contínua previne surgimento de estrias - Foto: Thinkstock

  • Açúcar estraga o colágeno da pele - Foto: Thinkstock

  • Ácido retinóico pode funcionar dependendo da alimentação da mulher - Foto: Thinkstock

  • Tomar sol para ‘queimar’ a estria danifica a pele - Foto: Thinkstock

  • Mudança de hábitos pode curar estrias - Foto: Thinkstock

  • Homens têm menos estrias do que as mulheres - Foto: Thinkstock

Há 4 tipos de estrias


Segundo a especialista, há 4 tipos de estrias que podem aparecer no corpo. Uma delas é a que ocorre por ação mecânica. “Quando a mulher engravida, a pele estica, ou seja, teve uma ação mecânica de estirar a pele, que se rompe por esse motivo”, exemplifica.

O mesmo pode acontecer por conta de aumento contínuo de peso e hipertrofia muscular [aumento do volume dos músculos ao fazer exercícios físicos intensos]. “Essas são as motivações mais comuns para o aparecimento de estrias por ação mecânica, fazendo com que a pele venha a se romper em qualquer parte do corpo”.

Estria por uso de medicação é a que mais prejudica o colágeno


“A pessoa toma tanta medicação, que lesa seu organismo e a pele que o envolve. Cortisona [ou corticoides - hormônios que possuem ação anti-inflamatória e são utilizados no tratamento de reações alérgicas, artrite, e outros] é o que mais estraga o colágeno”.

Estrias por estirão de crescimento são as mais difíceis de tratar


Acontece na passagem para a adolescência, a fase de crescimento. “A pessoa cresce tão rápido [para cima e não para os lados como é o caso da gestação] que a pele não acompanha, estica e se rompe. É chamada de estria por estirão de crescimento e sua característica é aparecer na direção horizontal da pele, em regiões como costas, nas coxas entre as pernas, flancos [na lateral do tronco], joelhos, braços, dependendo do tanto que a pessoa esticar. São as mais difíceis de tratar”, informa doutora Ludmila.

Estria idiopática é a estria da atualidade


Toda a doença idiopática é aquela que não tem causa específica. É o caso de um tipo de estria que tem aparecido ultimamente nas pessoas.

“Já aparece e fica branca na pele e não se entende o que motivou. E pode acontecer em qualquer pessoa, inclusive, por exemplo, em jovens que praticam atividades físicas desde sempre, nunca tiveram doenças, nem foram obesos, nada explica claramente o quadro de a pele se romper, de fato”, descreve a especialista. “É uma estria da atualidade, pode reparar, nossas avós, mães e tias só tiveram estrias quando engravidaram, não aparecia de uma hora para outra, ao contrário de hoje, que qualquer adolescente ou jovem tem”.

Porém, segundo informa, já há muitas pesquisas indicando que essas estrias estão ligadas a estrutura da pele, ou seja, aparecem em peles com colágeno pobre em proteínas. “Quando aparece ‘do nada’, significa que o colágeno é pobre em estrutura proteica, já que nossa pele é feita disso, de colágeno [que é uma proteína]. A forma como as pessoas se alimentam atualmente, portanto, também é responsável. Essa rotina de comer na rua qualquer coisa em qualquer quantidade, sem pensar na importância da proteína e carboidrato para o corpo, pode ser uma das causadoras dessa alteração”.

Estrutura do colágeno depende dos cuidados durante a vida toda


Doutora Ludmila explica que a estrutura do colágeno de uma mulher pode ser melhor do que o de outra, isso dependendo de como ela se cuidar durante a vida.

“A pele é agredida de dentro para fora e de fora para dentro. O que isso quer dizer? Que a pessoa pode até se alimentar bem, mas se há mais variáveis contra, como tomar sol demais, se esteve doente e precisou tomar muita medicação, entre outras questões, isso tudo interfere no órgão que protege a pele. Portanto, uma mulher pode ser gorda, engravidar, ficar flácida, mas não ter estrias, enquanto uma magrinha ou outra que engordou pouco, se encher das marcas pela gestação; ou uma mulher obesa, emagrecer e não ter nenhuma estria”, explica. “Concluindo, a pele de uma mulher pode ser pior do que a da outra, e então a estria está condicionada a isso, a estrutura do colágeno, e nem sempre especificamente pelo estiramento ou esticamento, pois senão toda pele que passasse por essa ação teria estrias,” reafirma.

Hidratação contínua previne surgimento de estrias


Se estamos considerando que a estria aparece pela má estrutura do colágeno, quer dizer que qualquer cuidado básico com a pele faz a diferença para a prevenção e diminuição do aparecimento de estrias, segundo a especialista. “Às vezes a pele está tão ruim, desidratada, que o pouco que você dá, se transforma em muito para ela que estava ‘pedindo’ por um cuidado que nunca tinha recebido. O que quero dizer é que poucas pessoas passam creme no corpo, não se cuidaram a vida inteira e só procuram tratamento quando a pele está bem ruim. Muitas vezes as estrias ou mesmo dermatites aparecem pela falta desse cuidado básico, que é dar à pele hidratação”, reforça.

 

Açúcar estraga o colágeno da pele


A doutora afirma que o alimento que mais estraga o colágeno é o açúcar. “Quanto mais se come açúcar, mais é feita a glicação do colágeno [processo que torna instável a proteína - caso do colágeno - e a faz quebrar]. Então o colágeno vai ficando tão duro que qualquer coisa que faz quebra, se rompe”, explica.

Então, o vilão maior da estria e da pele é o açúcar. E quem come mais açúcar hoje em dia, se compararmos com nossas avós e mães? “Os adolescentes e jovens só comem bobagens e isso é muito sério. Só é possível começar a recuperar a pele se o açúcar sair de circulação da pele”.

Ácido retinóico pode funcionar dependendo da alimentação da mulher


Muitas mulheres recorrem ao ácido retinóico para tentar recuperar a pele com estrias. Isso porque esse ácido é um produtor de colágeno, bem como os tratamentos de carboxiterapia e microagulhamento, o estimulam. Porém, o resultado efetivo vai depender de como a mulher cuida de sua saúde, principalmente da alimentação.

Na pele de uma mulher vegana [que não consome proteína animal, necessária para nutrir o colágeno], esse ácido não vai fazer efeito, pois é preciso que a estrutura da pele dela também ajude”, exemplifica. O mesmo acontece com a mulher que se entope de açúcar. “Pode ser que o ácido não consiga fazer efeito, pois ela consome todos os dias ou em grandes quantidades o maior vilão da pele”, relembra.

Tomar sol para ‘queimar’ a estria danifica a pele


Como informou a doutora Ludmila, o surgimento das estrias, principalmente das idiopáticas, vai depender de como a mulher cuidou da pele e alimentação ao longo da vida. O sol, por exemplo, é um vilão da pele nesses casos. O que quer dizer que, tomar sol para ‘queimar’ as estrias e fazê-las desaparecer durante o verão não é uma ideia saudável.

“Quando tomamos sol, a melanina escurece a pele, então, claro, tampa um pouco as marcas. Porém, quanto mais sol, mais estragamos o colágeno”, alerta. “Aquela igualada na pele acontece quase como um efeito cosmético e, além de passageira, não a retira, mas sim agride e danifica a pele”.

Mudança de hábitos pode curar estrias


A cura para a estria depende de diferentes variáveis, conforme orientação da especialista. Hidratação contínua, evitar exposição exagerada ao sol, cuidar da alimentação - principalmente do consumo de açúcar -, estão na lista de conselhos.

“A pele arrebentada deve ser tratada de todas as formas possíveis. A mulher pode ter à disposição o melhor recurso do mundo, o mais caro, mas depende de como ela vai cuidar da pele. Para recuperação 100% de uma estria, é preciso mexer na estrutura do colágeno, reestruturar o órgão [pele]. Então a interessada precisa se alimentar de forma correta, proteger a pele do sol. Deve, ainda, passar um produto capaz de ultrapassar a camada superficial da pele, como é o caso dos dermocosméticos, que devem ser substituídos pelo creme mais barato de farmácia comprado habitualmente. Agora, se ela continua fazendo tudo errado quando vai procurar uma clínica de estética, por exemplo, vai repetir o quanto for o procedimento e os resultados não vão aparecer”.

Homens têm menos estrias do que as mulheres


E você já reparou que os homens têm menor quantidade de estrias do que as mulheres? A doutora explica: “Eles têm a estrutura do colágeno um pouco diferente, é como se a pele deles tivesse uma estrutura mais diagonal, e então essa proteína fica posicionada na pele do homem de outra maneira. Por isso, a pele deles têm uma ruptura menor do que a pele da mulher, pela estrutura da pele e tecido subcutâneo diferentes. É uma questão do próprio organismo”, comenta.

Karina Costa

Karina Costa

Tempo de Mulher (www.tempodemulher.com.br)




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