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8 dicas para se dar bem no sexo casual

Pesquisas mostram que sexo sem compromisso melhora autoestima de homens e mulheres quando eles procuram este tipo de relação por prazer. Confira as dicas!

Por Redação

8 dicas para se dar bem no sexo casual / Foto: Thinkstock

8 dicas para se dar bem no sexo casual / Foto: Thinkstock

Da REDAÇÃO

Especialmente aqui no Brasil, o sexo casual ainda é encarado como tabu. Há quem prefira esta modalidade de relacionamento porque não há obrigatoriedade de laços emocionais. Mas há também quem ache que o sexo sem compromisso apenas reforça a sensação de vazio no dia seguinte. O que pesquisas recentes afirmam, no entanto, é que a prática do sexo casual tem sido uma opção cada vez mais aceita por homens e mulheres.

Segundo pesquisa realizada pelo site C-date em outubro de 2014, especializado em relações casuais, esse tipo de envolvimento aumenta a autoestima para 49,61% dos homens e mulheres brasileiros cadastrados no site. Na pesquisa, 22,98% delas disseram que uma das vantagens do sexo casual é não criar laços emocionais após o encontro. E 25,98% dos homens concordaram com a resposta.

Outra pesquisa, publicada em 2014 na revista Social Psychology and Personality Scienceem e realizada por pesquisadores da Universidade de Nova York e Cornell, feita com 530 estudantes da instituição, nos Estados Unidos, chegou a esta mesma conclusão. Segundo os resultados, a prática tem um ótimo impacto na saúde mental dos envolvidos, mas, claro, quando a pessoa procura este tipo de relação apenas por prazer ou diversão. Já quem procura sexo casual por razões como vingança ou para querer agradar alguém, os efeitos são ruins, podendo ocasionar baixa autoestima.

Mas, afinal, por que o preconceito com esta prática?

"O preconceito acompanha qualquer situação em que há transgressão do que é tradição. O sexo casual é um comportamento transgressor, uma vez que coloca mulher e homem como autores de seus desejos sexuais e das vontades de seus corpos. Quebra a obrigatoriedade de sexo e amor estarem acompanhados", observa Juliana Bonetti, psicóloga especializada em sexualidade.

Portanto, para evitar sofrimentos e estar preparado para desfrutar dos prazeres do sexo casual, é importante analisar bem se vale a pena, explica a colunista de Amor e Sexo do Tempo de Mulher, Regina Racco. O sexo casual, opina Karina Brum, personal sexy e autora do livro "Liberdade para Amar – Um mergulho no universo erótico", só fará mal se os envolvidos não tiverem maturidade emocional ou esperarem "retorno afetivo" no primeiro encontro.

"No geral, o básico é procurar ter e dar prazer de forma segura e protegida, desencanar da obrigatoriedade de um relacionamento. As mulheres pecam exatamente neste momento, quase sempre. Então, a dica é deixar rolar", afirma Karina.

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  • Por que algumas pessoas têm preconceito com o sexo casual? - Foto: Thinkstock

  • Quando o sexo casual faz bem e quando faz mal? - Foto: Thinkstock

  • Como se entregar a esta prática sexual sem se magoar? - 3

  • Sexo casual deve ter afeto? - Foto: Thinkstock

  • O que não fazer no sexo casual? - Foto: Thinkstock

  • Carência - Foto: Thinkstock

  • E se rolar aquele apego? - Foto: Thinkstock

  • Se apaixonou? - Foto: Thinkstock

Por que algumas pessoas têm preconceito com o sexo casual?


"Por causa da nossa cultura religiosa arraigada intrinsecamente dentro de nós. Nosso país é de formação católica e isso nos faz "querer" constituir uma família da forma convencional, mesmo que esta vontade fique velada. Sentimos uma necessidade de sermos importante na vida do outro, tanto quanto ele foi para nós", explica Karina Brum.

Quando o sexo casual faz bem e quando faz mal?


"O sexo casual pode fazer bem quando as duas partes vão para a relação com expectativas semelhantes, ou seja, se existir um acordo verbal ou não do que é permitido e do que não é. E aqui vale levar em consideração também se ambos aceitam viver experiências sem a necessidade de vínculo, caso muito comum quando os indivíduos acabaram de sair de uma relação longa. O sexo casual faz mal quando não há respeito, se uma das partes tiver expectativa de vínculo e a outra não, quando há frieza emocional de um dos parceiros, desrespeito aos limites próprios e do outro", opina Juliana Bonetti, psicóloga especializada em sexualidade.

Como se entregar a esta prática sexual sem se magoar?


"Se a pessoa envolvida pensar que aquele momento é de puro prazer e alegria, ou sedução e conquista, a prática se tornará muito mais leve, sem culpas ou preconceitos", diz Karina Brum. Para a sexóloga Fabiane Dell Antônio, o sexo casual é positivo se a pessoa está bem consigo mesma e sua sexualidade.

Por isso, Juliana Bonetti orienta que a pessoa deve ter bem claro o que se deseja e o que o outro pode oferecer. "Permanecer em uma relação casual com a expectativa de um dia mudar os sentimentos do parceiro é uma ilusão", diz.

Sexo casual deve ter afeto?


"Deve ter afeto", afirma Karina. "O ser humano, eu diria o brasileiro, precisa de calor e carinho. Se for mecânico ou frio fica muito sem graça e, já que está ali, faça direito o seu papel de amante carnal. Mas fazer de tudo ou entregar seu corpo de bandeja só vale para pessoas bem resolvidas, sem neuras e com autoestima equilibrada. Caso contrário vai rolar uma depressão fantasmagórica", completa.

"Não deve ter envolvimento emocional [no sexo casual]. Tenha consciência do que é esta prática e suas consequências", avisa Fabiane.

O que não fazer no sexo casual?


"Evite falar sobre questões pessoal, afetiva, sentimental e sexual, sejam elas atuais ou do passado. Além disso, não use palavras muito românticas. Seja doce, mas nada de excessos. Cuidado também com caras e bocas desnecessárias. Tente ser polido e menos dramático, afinal, você optou pela relação amorosa casual", recomenda Karina Brum.

Carência


"Nada de expor suas carências e acreditar que haverá envolvimento emocional com o parceiro", recomenda a sexóloga e consultora da HotFlowers, Fabiane Dell Antônio.

E se rolar aquele apego?


"Se nos dias seguintes a pessoa entrar em contato de alguma forma, pode acreditar que dará certo. Mas se ela sumir e nem te atender, esqueça e parta para outra. É como eu digo: tudo pode ser dito de forma subliminar: se o gato ou gata não passar o telefone depois daquela relação sexual incrível, com certeza não vai rolar o apego", conta Karina Brum, personal sexy e autora do livro "Liberdade para Amar – Um mergulho no universo erótico".

Se apaixonou?


"Os riscos são inevitáveis. Você ligará para a pessoa e ela poderá não ligar de volta. Paciência! Não esqueça de que aquele momento, para ambos, não passou de sexo casual e casual não é compromisso. Mas quem sabe a pessoa também não se encante e vocês possam continuar seguindo para algo mais sério? Viver envolve riscos e no sexo acontece a mesma coisa," explica a Regina Racco.


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